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Tepestade solar repentina pode causar apagão sem precedentes na Terra

Cientistas de todo o planeta só conseguiriam identificar a megaexplosão solar entre 15 e 30 minutos antes dela ocorrer, um tempo insuficiente para que humanos possam se proteger de catástrofes que possam ser causadas pelo fenômeno.

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Da Redação Central em Jataí (GO) – A imagem que abre esta reportagem foi capturada pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, em 31 de agosto de 2012. Ela mostra o material que estava pairando sobre a coroa solar entrando em erupção e indo em direção ao espaço, formando uma longa proeminência solar.

Ano de 2019. Que o sol anda lá muito esquisito, estranho e extremamente agressivo e imprevisível, não há como negar, principalmente nos últimos cinco anos. E tudo isso só piora quando se acrescenta a informação, confirmada por cientistas de alta reputação mundial que afirmam que uma tempestade solar pode causar um apagão, ou uma escuridão total em nosso planeta, ou seja, pode ocasionar o corte instantâneo do fornecimento de eletricidade em todo o mundo.

O mais preocupante deste fenômeno é que ele, segundo cientistas mundiais, não pode ser previsto pelos meteorologistas que vigiam ininterruptamente as atividades solares. Esta megaexplosão solar, quando ocorrer, só poderá ser identificada (ou prevista) apenas cerca de 15 a 30 minutos antes dela ocorrer e atingir, em cheio, o planeta Terra.

Esta imagem mostra o vento solar atingindo a magnetosfera do planeta Terra.

De acordo com a meteorologista britânica Catherine Burnett, em entrevista ao jornal britânico The Daily Mirror, as ejeções (explosões seguidas de lançamentos) de massa coronal (EMC) do sol podem viajar em qualquer direção do universo e, caso tomem a direção do planeta Terra, poderiam envolver completamente o nosso mundo. Catherine comentou que uma ejeção de massa coronal significativa demora 19 horas para chegar ao nosso planeta. “Assim que víssemos uma ejeção a abandonar a estrela, saberíamos dela apenas 15 minutos antes da chegada ao nosso planeta, bem como os dados restantes sobre a direção magnética ou o seu impacto”, afirmou a meteorologista.

Uma violenta megaexplosão solar pode causar apagão mundial, interrompendo o fornecimento de energia elétrica instantaneamente em todo o planeta Terra, causando um caos apocalíptico.

Em geral, as tempestades espaciais, solares por exemplo, podem ser inofensivas e, muitas vezes, são vistas da Terra na forma de uma aurora boreal. Contudo, se for de grande magnitude, poderia desligar, instantaneamente, todos os sistemas de energia e navegação, causando um caos apocalíptico. Um grupo de investigadores da Universidade de Harvard, no Reino Unido, divulgou em agosto de 2017 um cálculo de quanto tempo resta na Terra até que uma erupção solar acabe com a humanidade. Segundo o estudo, restam-nos 750 anos. Espera-se que até alguém encontre uma forma de nos proteger e de evitar o fim do planeta Terra.

O QUE PODE ACONTECER? – Segundo estudos científicos britânicos, megaexplosões solares são fenômenos que ocorrem a cada 150 anos. A possibilidade real de um novo mega-apagão na Terra é conhecida de todos os governos mundiais. Os últimos estudos alertam que os governos precisam ter um plano eficiente para que os países possam conseguir enfrentar um apagão longo, possívelmente de três dias de escuridão total no planeta.

Não tão exagerado como mostrou o filme “Presságio”, produzido por Hollywood (EUA), as tempestades solares existem. Em 1859, o nosso planeta foi atingido por uma tempestade solar tão forte, tão intensa, que operadores de telégrafos, sistema de comunicação muito popular naquela época, levaram simultaneamente violentos choques elétricos. As máquinas deixaram de funcionar e, em muitos casos, segundo relatos da época, os papéis que estavam para uso nos telégrafos, se incendiaram.

Nos tempos atuais, se o planeta Terra fosse atingido por uma tempestade solar violenta, haveria instantânea perda do sinal de GPS, telefones e celulares deixariam de funcionar, haveria escuridão total pois não haveria mais fornecimento de energia elétrica em todo o planeta. Consequentemente, todo o sistema de comunicação do planeta deixaria de funcionar.

Jornalista, radialista, apresentador de TV e WebTV, cerimonialista em eventos, também artista e "youtuber" no Estado de Goiás; com quase 30 anos de experiência profissional em Jornalismo (desde 21/11/1991), Terry Marcos Dourado é o idealizador, diretor-proprietário, diretor de conteúdo, editor-geral e jornalista responsável pelo Portal Rede Pop e suas Divisões de Conteúdos Específicos: Jornal Gazeta Popular, PopTV, PopMix RádioWeb, Estelar Filmes, Agência PopStar Artistas, Modelos e Produções e o Canal Hiper T, no Youtube.

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Brasil/Mundo

Anvisa regula e remédio à base de maconha será vendido em farmácias brasileiras

Os produtos feitos com ‘cannabbis sativa’ passam a se sujeitar à vigilância sanitária e serão vendidos em farmácias de todo o país.

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Produto à base de maconha com intuito de uso exclusivamente medicinal.

Brasília, DF – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira, 3 de dezembro, a regulamentação para o uso medicinal da maconha (cannabis sativa) no Brasil, ou seja, os produtos feitos com cannabis passam a se sujeitar à vigilância sanitária e serão vendidos em farmácias de todo o país.

O novo regulamento para os medicamentos que derivam da maconha já aponta requisitos e padrões de qualidade, mas a norma deve ser revisada em até três anos porque o atual estágio científico do produto ainda é considerado inicial mundialmente. As empresas que atuarem no setor devem manter suas pesquisas para comprovar eficácia e segurança dos produtos.

As empresas também precisarão ter autorizações da Anvisa e certificados de boas práticas de fabricação, entre outros documentos. A prescrição é de responsabilidade do médico, que deve respeitar regras em relação à concentração de THC, Tetra-hidrocanabinol, principal componente ativo, substância psicoativa da maconha.

A regulamentação aprovada nesta terça-feira (3) vai ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e entra em vigor em 90 dias após a publicação oficial.

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Brasil/Mundo

Movimento Neonazista se instala em Goiás; Jataí pode ter uma ‘célula’ criminosa

Um recente estudo conseguiu rastrear e contabilizar 334 células neonazistas ativas atualmente no Brasil, 6 células atuam em Goiás. O movimento neonazista surgiu na Europa logo após a Segunda Guerra e se espalhou pelo planeta de forma espantosa, exercendo influência direta e fundamentando diferentes e variados grupos que pregam ódio a judeus, homossexuais, negros, ciganos e deficientes físicos.

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Estudo recente identifica seis células neonazistas atuando em Goiás. Além de Goiânia, o movimento está presente em cidades do interior goiano.

Goiânia, GO – A história mundial perpetuou uma monstruosidade humana. O austríaco Adolf Hitler, que promoveu um dos maiores assassinatos em massa de que se tem notícia, o holocausto, morreu há mais de 70 anos, no final da Segunda Guerra Mundial. Hitler deixou semeada a semente da intolerância. O “Nationalsozialismus”, ou simplesmente nazismo, ideologia difundida por ele baseada na crença da supremacia racial e antissemitismo (aversão a judeus), ganhou adeptos ao redor do mundo e deu origem à, inclusive, a versões modernizadas do nazismo original.

O movimento neonazista surgiu na Europa logo após a Segunda Guerra e se espalhou pelo planeta de forma espantosa, exercendo influência direta e fundamentando diferentes e variados grupos que pregam ódio a judeus, homossexuais, negros, ciganos e deficientes físicos.

Engana-se quem acredita que tais movimentos integram uma realidade distante e exótica, restrita às metrópoles estrangeiras. A árvore do neonazismo cresceu a ponto de espalhar suas raízes por capitais brasileiras e até pequenos municípios, atraindo indivíduos de diferentes idades e classes sociais com um ponto em comum: o ódio pelas minorias.

Em um estudo divulgado recentemente, cujos dados ainda serão publicados em um livro, Adriana Dias, doutora em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) conseguiu rastrear e contabilizar um impressionante número de 334 células neonazistas ativas atualmente no Brasil.

Realizando etnografia virtual, a antropóloga localizou diversos grupos e fóruns neonazistas na internet, infiltrando-se e conversando com membros atuantes em diferentes regiões do país. Conforme o levantamento feito pela pesquisadora, o maior número dessas células, que são compostas por grupos de até 40 pessoas, está no estado de São Paulo, com 99 grupos (28 apenas na capital). Logo abaixo está Santa Catarina, com 69 células neonazistas ativas.

Mas um ponto do estudo que atraiu sua atenção, segundo a própria, foi o exponencial aumento de grupos neonazistas no Centro-Oeste. De acordo com Adriana, existem, hoje, seis células neonazistas atuantes no estado de Goiás.

A antropóloga da Unicamp informou que executou um levantamento do mesmo tipo nos anos de 2005, 2007 e 2013, mas essa é a primeira vez que Goiás aparece de forma tão intensa em uma de suas pesquisas. “As células haviam começado a se dirigir para o Centro-Oeste, nos estudos anteriores, mas foi a primeira vez que elas apareceram extremamente fortes”, disse, em tom surpreso. “É triste, porque Goiânia teve muitos pracinhas que lutaram contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial, é bem triste ver isso acontecer”, lamentou a pesquisadora diante dos resultados de seu trabalho.

Neonazistas do Movimento Azov, em Mariupol, na Ucrânia. Células da Azov estão presentes em Goiânia, capital de Goiás, no Brasil. Em destaque na imagem o símbolo da Azov.

SEIS CÉLULAS NEONAZISTAS FORAM IDENTIFICADAS ATUANDO EM GOIÁS

PERIGO SOCIAL – Supremacistas, anticomunistas xenófobos e admiradores da extrema-direita ucraniana: quem são e onde estão as células neonazistas em Goiás? De acordo com as constatações do recente estudo da pesquisadora Adriana Dias, o Estado de Goiás possui quatro células com fundamentação Hitlerista/neonazista, subdividas em grupos fundamentados em variadas ideologias de extrema-direita; uma célula com base em movimentos extremistas norte-americanos de combate ao movimento comunista e uma, a maior, inspirada numa organização paramilitar da Ucrânia com traços de neonazismo e neofascismo, totalizando seis células em ação no Estado.

A pesquisadora contou ao Jornal Opção, de Goiânia, que, para realizar o levantamento das informações, se infiltrou nos recônditos da internet onde encontrou fóruns de discussões e grupos virtuais de adeptos dessa ideologia. Na dark web, parte da deep web (zona da internet de difícil acesso onde há existência de variados tipos de conteúdos raros, altamente violentos e chocantes, enfim, inúmeros materiais ilegais) onde se escondem as tribos e pensamentos que muitos duvidam até da existência, Adriana identificou e conversou com alguns membros de células neonazistas ativas hoje em várias regiões brasileiras, incluindo Goiás.

Tais grupos, de acordo com a antropóloga, costumam se reunir para planejar e praticar três tipos de atividades: atividades de rua, como pichações e brigas contra grupos rivais; ativismo online e propaganda, que inclui produção de sites, blogs, colagem de cartazes, e também reuniões que podem ser em concertos musicais a treinamentos paramilitares.

Por enquanto, foi identificado que células neonazistas estão espalhadas em três cidades goianas: Goiânia, a capital, ainda em Luziânia e em Pirenópolis. Há indícios fortes de que uma célula neonazista também esteja instalada em Jataí, na região sudoeste do Estado.

Minorias sociais, principalmente negros e homossexuais correm perigo nas ruas e em quaisquer tipos de locais, com a proliferação do Neonazismo no Brasil.

LIMPEZA ÉTNICA – De acordo com a antropóloga, a célula neonazista Azov é a maior de todas as localizadas em Goiás e está ativa em Goiânia. A Azov é inspirada na organização paramilitar Batalhão de Azov, da Ucrânia. O movimento original traz em sua bandeira o símbolo da Schutztaffel (algo como “Esquadrão de proteção”, em português), que era a guarda pessoal de Adolf Hitler durante a Alemanha Nazista, representada por dois “esses” (SS) em formato de raio.

A Azov, em Goiás, tem traços neonazistas de limpeza étnica e perseguição a homossexuais. Conforme Adriana, o movimento chegou ao estado vindo da Ucrânia e Inglaterra. Na capital, onde a célula é majoritária, a ideologia do Batalhão de Azov está presente em academias de luta, onde alguns dos membros, ligados à essa vertente de extrema-direita, organizam lutas e competições entre si.

Já o movimento musical Rock Against Communism (RAC), ou em português Rock Anticomunismo, muito difundido pelo grupo de supremacia branca Hammerskin, nascido no Texas, EUA, é outra célula neonazista presente em Goiânia, conforme constatado pela pesquisadora.

Adolf Hitler criou o Nazismo e se tornou o maior sanguinário, exterminador de minorias sociais, da história mundial.

Apesar do nome, o movimento tem como foco, além do ataque ao comunismo, a propagação através de música do White Power (ou “poder branco”), slogan usado por supremacistas que consideram a etnia negra inferior e a branca como sendo objeto de orgulho.

AINDA EM GOIÁS – Os municípios de Luziânia e Pirenópolis, ambos no Entorno do Distrito Federal, abrigam atualmente quatro células de caráter Hitlerista/neonazista, aponta a etnografia virtual realizada por Adriana. A pesquisadora detectou grupos inspirados nos movimentos neonazistas norte-americanos Crew 38, “torcida organizada” do Hammerskin; Partido Nazi Americano, baseado na ideologia política de Adolf Hitler; National Alliance, organização separatista branca, e National Vanguard, movimento supremacista branco cujo líder, Kevin Alfred, foi preso por portar pornografia infantil, em 2007.

Um rapaz neonazista de Goiânia, em entrevista ao Jornal Opção, contou que o movimento neonazi está presente em diversos espaços: nas ruas, bares e até em torcidas organizadas de times de futebol. De acordo com o rapaz, no ano de 2006 membros ligados a grupos de extrema-direita e ativos em uma determinada torcida organizada de Goiás tiveram contato com o movimento hooligans, que chegava de São Paulo. O movimento, com origem na Inglaterra, prega o uso de violência e vandalismo como forma de legitimação de identidade dentro de variados esportes.

Principais símbolos do neonazismo. Todos de uso proibido no Brasil, com prisão de infratores.

Como denunciar crimes de ódio e qualquer tipo de apologia ao Neonazismo

De acordo com o site safernet.org.br, o “neonazismo é crime contra os Direitos Humanos” e “consiste na intolerância com base na ideologia nazista de superioridade e pureza de determinada raça com recursos de agressão, humilhação e discriminação”. Ainda conforme o Safernet, “no caso específico do neonazismo, estão incluídos como praticantes de crimes quem fabrica, comercializa, distribui ou veicula símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda com símbolos (como a cruz suástica do nazismo) e defesa do pensamento nazista”.

O Safernet informa que atua para coibir este tipo de utilização da web através do Helpline, para pedidos de ajuda e o Hotline, para denúncia.

Principais símbolos do neonazismo. Todos de uso proibido no Brasil, com prisão de infratores.

Fora do mundo virtual, a vítima de um crime de ódio – racismo, neonazismo – está resguardada pela lei, devendo fazer a denúncia contra o agressor em uma delegacia da Polícia Civil mais próxima. O crime de racismo está tipificado na Lei 7.716 e no art. 5º, inciso XLII, da Constituição Federal de 1988 como crime inafiançável. Já a homofobia, após votação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em junho deste ano, também foi enquadrada como crime, passando a ser punida dentro da mesma lei que criminaliza o preconceito racial (racismo).

Com informações do Jornal Opção, de Goiânia.

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Brasil/Mundo

Lesão pulmonar causada por cigarro eletrônico é estudada por pesquisadores americanos

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, até a terça-feira, 1º de outubro, tinham sido registrados 1.080 casos de lesões pulmonares associadas a cigarros eletrônicos, e 18 mortes.

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Alguns Estados americanos proíbem a venda de cigarros eletrônicos com substâncias aromáticas.

Da Redação Central, em Jataí/GO – Nos Estados Unidos (EUA), pesquisadores afirmaram que danos nos pulmões de pessoas que sofrem de uma doença respiratória, possivelmente relacionada a cigarros eletrônicos, parecem aqueles provocados pela inalação de substâncias químicas tóxicas. A descoberta científica foi publicada no jornal New England Journal of Medicine.

Os pesquisadores americanos analisaram a biópsia de tecidos pulmonares de 17 pacientes que teriam sofrido lesões nos pulmões devido ao uso de cigarros eletrônicos. Foi constatado que todos eles apresentavam danos em tecidos pulmonares similares aos causados pela inalação de substâncias tóxicas. Os pesquisadores disseram, ainda, que não conseguiram determinar uma causa específica, por enquanto. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, até a terça-feira, 1º de outubro, tinham sido registrados 1.080 casos de lesões pulmonares associadas a cigarros eletrônicos, e 18 mortes.

Alguns Estados americanos proíbem a venda de cigarros eletrônicos com substâncias aromáticas. Medidas em outros países incluem a aprovação em setembro, na Índia, da proibição de venda, importação e produção de cigarros eletrônicos. No Brasil, a comercialização é proibida, embora seja prática recorrente, e até muito fácil conseguir comprar, pela internet, este produto altamente nocivo à saúde humana.

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