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Escândalo Político

Em vídeo, vereador de Jataí comenta decisão judicial e mostra computador ‘desaparecido’

“Querem o meu mandato de vereador a qualquer custo”, afirmou em vídeo o vereador Marcos Antônio Luz (PDT) em resposta à decisão judicial que determinou busca e apreensão de um computador em sua residência.

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Vereador Marcos Antônio Luz (PDT) está afastado por determinação judicial desde o primeiro semestre deste ano, acusado de praticar atos ilícitos no exercício do mandato.

Jataí, GO – No final da manhã desta quinta-feira, 14 de novembro, o vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), afastado desde o primeiro semestre deste ano, por determinação judicial, das funções de seu mandato parlamentar, acusado de envolvimento no escândalo político conhecido como “Esquema da Rachadinha”, na Câmara de Vereadores, se manifestou por meio de um vídeo divulgado na rede social WhatsApp comentando sobre a decisão judicial expedida nesta quarta-feira, 13, pelo juiz titular da 2ª Vara Cível, Fazendas Públicas, Meio Ambiente e Registros Públicos da Comarca de Jataí, Thiago Soares Castelliano Lucena de Castro, que determinou a busca e a apreensão, na residência do vereador afastado, de um aparelho de microcomputador portátil, marca Dell Inspiron 13, código 1623, etiqueta 0000002112.

Há indícios de que o computador procurado pela Justiça esteja “desaparecido”. A busca e a apreensão do equipamento foi solicitada pelo Ministério Público que atua no caso do escândalo político que ficou popularmente conhecido como o “Escândalo da Rachadinha” na Câmara de Vereadores de Jataí. O computador é dado como “desaparecido”, segundo informou o juiz em sua ordem judicial com base nas informações da presidente em exercício do Legislativo Jataiense, vereadora Kátia Carvalho (SD), “que informou que ele não foi encontrado”.

No cumprimento de sua ordem com o intuito de localizar e apreender o computador procurado, o juiz autorizou o uso de força policial e arrombamento, se necessário. O vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz reside no bairro Maximiniano Peres. O juiz determinou o prazo de dez dias úteis, portanto, até o dia 28 deste mês, para a especificação de provas.

Frame do vídeo postado pelo vereador Marcos Antônio nas redes sociais.

VÍDEO – A resposta do vereador Marcos Antônio Luz veio por meio de vídeo. O vereador acusou a presidente em exercício do Legislativo de Jataí, vereadora Kátia Carvalho (SD), de induzir o magistrado a um entendimento equivocado ao afirmar que o notebook estava ‘desaparecido’. “Disse que o computador, o notebook, estava extraviado. E na verdade não está. Está aqui comigo (mostrou um notebook no vídeo). É um aparelho portátil entregue para cada um dos vereadores na Câmara (Municipal). Cada vereador tem um notebook para que possa trabalhar fora da Câmara de Vereadores”, justificou Marcos Antônio.

Marcos Antônio disse que ainda nesta quinta-feira, 14, irá entregar – “de forma voluntária, espontânea – o aparelho à Justiça, “sem a necessidade de busca e apreensão, pois não tenho nada a esconder da Justiça”, disse o vereador que se diz surpreso com a “caça às bruxas” e a “tentativa de linchamento político”, que afirma estar sofrendo.

O vereador Marcos Antônio disse, ainda no vídeo, que a vereadora-presidente Kátia Carvalho (SD), antes de ter repassado qualquer informação ao Poder Judiciário, ter entrado em contato com ele próprio, o vereador, para solicitar a entrega do notebook. “Eu entregaria sem problema algum. Todos os vereadores tem um notebook para trabalhar fora da Câmara (de Vereadores)”, comentou.

Para Marcos Antônio, estão querendo tomar-lhe o mandato parlamentar “a qualquer custo”. Na parte final do vídeo ele comentou: “Querem o meu mandato a qualquer custo. Só que o meu mandato, primeiramente, foi concedido por Deus e, depois, pelo povo, que me elegeu como o vereador mais votado da cidade. E eu vou me defender em todas as instâncias”, garantiu o parlamentar.

A seguir, assista a íntegra do vídeo com os comentários do vereador Marcos Antônio divulgado nas redes sociais locais.

 

O Portal Rede Pop não conseguiu contato com a vereadora-presidente Kátia Carvalho (SD) para que ela comentasse as declarações do vereador Marcos Antônio Luz (PDT). Reiteramos que o espaço continua garantido à vereadora citada no vídeo acima.

ESCÂNDALO POLÍTICO

Além do Gildenício Francisco dos Santos (MDB), cujo mandato foi cassado no final de outubro; do então vereador João Rosa Leal (PSDB), que renunciou ao mandato em 4 de abril deste ano; e do então vereador-presidente Mauro Antônio Bento Filho (MDB), que amparado por instrumento legal, retornou ao exercício do mandato de vereador no final de outubro; o vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), também foi afastado do cargo de vereador por improbidade administrativa, no escândalo político popularmente conhecido como “Esquema da Rachadinha”, na Câmara de Vereadores de Jataí, na região sudoeste de Goiás.

No primeiro semestre deste ano, a Justiça determinou que o vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), atendendo ao pedido do Ministério Público de Goiás, fosse afastado do cargo e sofresse um bloqueio patrimonial de R$ 300.963,06. Marcos Antônio é acusado de receber repasses de um servidor e um ex-servidor. Ana Lívia, que atuou com o parlamentar de 2014 a 2016, disse ter repassado ao vereador Marcos Antônio o seu salário por mais de dois anos, por intermédio da esposa dele e, às vezes, diretamente ao próprio parlamentar.

Ana Lívia relatou, também, que foi procurada e ameaçada pelo vereador Marcos Antônio, segundo informou o Jornal Opção, de Goiânia. “Após prestar informações ao Ministério Público, foi procurada por ele que lhe disse que se fosse prejudicado, também a prejudicaria, com clara intenção de intimidá-la”, diz a ação sobre o relato dela.

O outro servidor é Reginaldo Aparecido, assessor legislativo, que teria passado, por cinco anos, parte de seu salário ao vereador Marcos Antônio. O valor variava entre R$ 2.500 e R$ 3 mil, conforme apontado. Ele parou com a prática em 2016. “No total, o vereador recebeu o valor de R$ 100.321,02, sem atualização ou correção”.

JURISPRUDÊNCIA – As ações judiciais deste escândalo político afirmam que “há prova oral suficiente para comprovar o esquema criminoso organizado pelo vereador, em se enriquecer às custas de parte do salário de seus subordinados, vez que ex e atuais servidores contaram, com detalhes, como (o vereador) atuava” – afirma uma decisão judicial sobre o caso.

A Justiça goiana também determinou que a presidente interina da Câmara de Vereadores de Jataí, Kátia Carvalho (SD), ficaria responsável em manter trancado o gabinete dos vereadores afastados e os servidores a eles subordinados fossem remanejados para outros setores.

Jornalista, radialista, apresentador de TV e WebTV, cerimonialista em eventos, também artista e "youtuber" no Estado de Goiás; com quase 30 anos de experiência profissional em Jornalismo (desde 21/11/1991), Terry Marcos Dourado é o idealizador, diretor-proprietário, diretor de conteúdo, editor-geral e jornalista responsável pelo Portal Rede Pop e suas Divisões de Conteúdos Específicos: Jornal Gazeta Popular, PopTV, PopMix RádioWeb, Estelar Filmes, Agência PopStar Artistas, Modelos e Produções e o Canal Hiper T, no Youtube.

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Escândalo Político

Justiça determina busca e apreensão de computador ‘desaparecido’ na casa de vereador em Jataí

No cumprimento de sua ordem com o intuito de localizar e apreender o computador procurado, o juiz autorizou o uso de força policial e arrombamento, se necessário.

Publicado

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O vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT) está há meses afastado por determinação da Justiça, acusado de praticar atos ilícitos no esquema da "rachadinha".

Jataí, GO – Nesta quarta-feira, 13 de novembro, o juiz titular da 2ª Vara Cível, Fazendas Públicas, Meio Ambiente e Registros Públicos da Comarca de Jataí, na região sudoeste de Goiás, determinou a busca e a apreensão, na residência do vereador afastado Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), de um aparelho de microcomputador portátil, marca Dell Inspiron 13, código 1623, etiqueta 0000002112.

Há indícios de que o computador procurado pela Justiça esteja “desaparecido”. A busca e a apreensão do equipamento foi solicitada pelo Ministério Público que atua no caso do escândalo político que ficou popularmente conhecido como o “Escândalo da Rachadinha” na Câmara de Vereadores de Jataí. O computador é dado como “desaparecido”, segundo informou o juiz em sua ordem judicial com base nas informações da presidente em exercício do Legislativo Jataiense, vereadora Kátia Carvalho (SD), “que informou que ele não foi encontrado”.

Ordem Judicial – Página 1

Ordem Judicial – Página 2

No cumprimento de sua ordem com o intuito de localizar e apreender o computador procurado, o juiz autorizou o uso de força policial e arrombamento, se necessário. O vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz reside no bairro Maximiniano Peres. O juiz determinou o prazo de dez dias úteis, portanto, até o dia 28 deste mês, para a especificação de provas.

ESCÂNDALO POLÍTICO

Além do Gildenício Francisco dos Santos (MDB), cujo mandato foi cassado no final de outubro; do então vereador João Rosa Leal (PSDB), que renunciou ao mandato em 4 de abril deste ano; e do então vereador-presidente Mauro Antônio Bento Filho (MDB), que amparado por instrumento legal, retornou ao exercício do mandato de vereador no final de outubro; o vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), também foi afastado do cargo de vereador por improbidade administrativa, no escândalo político popularmente conhecido como “Esquema da Rachadinha”, na Câmara de Vereadores de Jataí, na região sudoeste de Goiás.

No primeiro semestre deste ano, a Justiça determinou que o vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), atendendo ao pedido do Ministério Público de Goiás, fosse afastado do cargo e sofresse um bloqueio patrimonial de R$ 300.963,06. Marcos Antônio é acusado de receber repasses de um servidor e um ex-servidor. Ana Lívia, que atuou com o parlamentar de 2014 a 2016, disse ter repassado ao vereador Marcos Antônio o seu salário por mais de dois anos, por intermédio da esposa dele e, às vezes, diretamente ao próprio parlamentar.

Ana Lívia relatou, também, que foi procurada e ameaçada pelo vereador Marcos Antônio, segundo informou o Jornal Opção, de Goiânia. “Após prestar informações ao Ministério Público, foi procurada por ele que lhe disse que se fosse prejudicado, também a prejudicaria, com clara intenção de intimidá-la”, diz a ação sobre o relato dela.

O outro servidor é Reginaldo Aparecido, assessor legislativo, que teria passado, por cinco anos, parte de seu salário ao vereador Marcos Antônio. O valor variava entre R$ 2.500 e R$ 3 mil, conforme apontado. Ele parou com a prática em 2016. “No total, o vereador recebeu o valor de R$ 100.321,02, sem atualização ou correção”.

JURISPRUDÊNCIA – As ações judiciais deste escândalo político afirmam que “há prova oral suficiente para comprovar o esquema criminoso organizado pelo vereador, em se enriquecer às custas de parte do salário de seus subordinados, vez que ex e atuais servidores contaram, com detalhes, como (o vereador) atuava” – afirma uma decisão judicial sobre o caso.

A Justiça goiana também determinou que a presidente interina da Câmara de Vereadores de Jataí, Kátia Carvalho (SD), ficaria responsável em manter trancado o gabinete dos vereadores afastados e os servidores a eles subordinados fossem remanejados para outros setores.

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Cidades

ESCÂNDALO EM JATAÍ: Juiz rejeita a defesa de vereador temporariamente afastado por supostos atos ilícitos

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O juiz Sérgio Brito Teixeira e Silva, da Comarca de Jataí, na região sudoeste de Goiás rejeitou a defesa do vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz (PDT), o “Marcos Antônio do Quartel”, afastado pela justiça sob a acusação de enriquecimento ilícito. Segundo a decisão judicial, o réu não juntou nenhuma prova no processo a seu favor e apresentou argumentos jurídicos muito frágeis em sua defesa.

Marcos Antônio Luz também foi intimado, no início deste ano, a responder pelas acusações contra ele por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. Um ex-servidor e um atual funcionário denunciaram o vereador do PDT, ex-presidente do Legislativo Jataiense, afirmando que o mesmo exigia deles a devolução de parte de seus salários, com quantias que variavam, entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil mensais. No total, o vereador foi acusado de receber o valor de R$ 100 mil, sem correções ou atualizações. Uma das delatoras é ex-nora do vereador Marcos Antônio.

Ela afirmou que era compelida a passar metade de seu salário, por vezes, por intermédio da própria sogra, também da esposa de Marcos Antônio e, até mesmo através do filho dele. A moça alegava que, para os demais servidores, Marcos Antônio argumentava que a parte do salário devolvida era usada para o bem da comunidade e para arcar com despesas de seu gabinete. No final de julho deste ano, o Juiz Sérgio Brito Teixeira e Silva, da 1ª Vara Cívil da comarca jataiense, emitiu sua decisão inicial sobre o caso. O magistrado rejeitou a defesa do vereador e também o pedido de remoção das restrições judiciais.

Na decisão, o juiz afirmou que “a despeito destas alegações e provas, o réu limitou-se a negá-las, porque não juntou nenhuma prova. Alia-se à insuficiência de provas à fragilidade dos fundamentos jurídicos erigidos pela defesa para obstar o prosseguimento da ação de improbidade”, disse. O juiz recebeu, ainda, a Petição inicial da Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Goiás em desfavor do vereador Marcos Antônio Ferreira da Luz. O mesmo tem agora o prazo de contestação, 15 dias, a vencer em meado de 20 de agosto, para apresentar nova defesa. Com a decisão, a ação segue em trâmite para posterior julgamento do mérito.

O vereador e réu continua afastado de suas funções parlamentares, assim como todos os seus bens continuam bloqueados pela Justiça. Também permanecem afastados e com bens bloqueados pela Justiça os vereadores jataienses Gildenício Francisco dos Santos (MDB) e Mauro Bento Filho, este também afastado da Presidência daquela Casa Legislativa.

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Cidades

ESCÂNDALO EM JATAÍ (GO): Ministério Público estima que vereador João Rosa possa ter acumulado cerca de R$ 332 mil de dinheiro ilegal

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Depois de surpreender a população de Jataí, na região sudoeste de Goiás, com a denúncia pública de que o atual presidente da Câmara de Vereadores local, Mauro Antônio Bento Filho (MDB) teria acumulado dinheiro ilícito estimado em R$ 250 mil; o titular da 4ª Promotoria Pública de Jataí, João Biffi, em coletiva à imprensa na quarta-feira, 3 de abril, ao anunciar a judicialização de ação contra outro vereador jataiense, dessa vez João Rosa Leal (PSDB), deixou a população jataiense perplexa, pois a segunda denúncia é bem pior que a primeira feita pelo próprio MP-GO.

Áudio 1: Promotor João Biffi dá detalhes do esquema ilegal movimentado pelo vereador João Rosa Leal (PSDB).

Em um primeiro momento, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) ajuizou uma ação cautelar antecedente contra o vereador João Rosa Leal, objetivando apenas o seu afastamento emergencial por um período de 30 dias. De acordo com o promotor público, investigações comprovaram que o vereador João Rosa Leal, desde 2012, estava cobrando, de seus assessores, vantagens indevidas, prática que estaria ocorrendo até o mês de março deste ano. João Rosa, neste período, foi vice-presidente do Legislativo Jataiense.

Áudio 2: Promotor João Biffi dá detalhes do esquema ilegal movimentado pelo vereador João Rosa Leal (PSDB).

DELAÇÕES – Em sua fala, o promotor João Biffi contou que, de acordo com quatro servidores, três deles ativos, havia uma cobrança indevida de até 50% da remuneração dos mesmos, sendo incorporada ilicitamente ao patrimônio do vereador João Rosa. A cobrança do vereador, segundo delatores, seria um meio de ser nomeado e de permanecer no cargo de assessor parlamentar, o que caracteriza enriquecimento ilícito, crime de improbidade administrativa.

O Promotor aponta que a estimativa de dinheiro que o vereador teria recebido é, ainda mais expressiva, cerca de 332 mil reais. A ação proposta pelo Ministério Público aguarda pela decisão judicial. O pedido de afastamento imediato do vereador João Rosa de suas funções parlamentares é justificada pelo Ministério Público pelo temor de que a permanência do vereador no cargo comprometa a eficácia das investigações, uma vez que os funcionários ainda estão trabalhando no gabinete dele.

O promotor público, João Biffi, titular da 4ª Promotoria Pública, contou à  imprensa jataiense, detalhes do esquema ilícito movimentado pelo vereador João Rosa Leal.

“(…) Analisamos estes valores que foram recebidos. Embora o montante seja elevado,  seja aí uma quantia de R$ 332 mil, no interregno de alguns anos, nós estamos falando num montante mensal de R$ 7 mil. Pela declaração dos próprios assessores, era absorvido para o pagamento de despesas pessoais (do vereador João Rosa). Os servidores confirmaram que administravam as compras do vereador, no próprio gabinete, e utilizavam este valor em espécie para pagamentos, inclusive, de faturas de cartão de crédito que possuíam valores expressivos, valores elevados. “  |  JOÃO BIFFI, titular da 4ª Promotoria Pública de Jataí, GO.

O vereador João Rosa Leal deverá ser ouvido nos próximos dias. O Ministério Público de Goiás está preparando, e deverá impetrar em breve, uma ação civil pública por improbidade administrativa também contra João Rosa Leal.

O vereador João Rosa Leal (PSDB) em seus mandatos parlamentares para os quais fora facilmente eleito graças ao seu trabalho social, principalmente na área da saúde pública, ações que lhe renderam muito respeito, estima e prestígio popular; atualmente, após a denúncia do MP-GO tornar pública, o parlamentar tem o nome fortemente hostilizado nas redes sociais da internet. Por enquanto, nem sua assessoria, nem o próprio vereador fez qualquer pronunciamento à imprensa ou pelas redes sociais da internet até o fechamento desta matéria. Este texto será atualizado a qualquer momento. Aguarde.

Ah! E, segundo o MP-GO, tem mais nomes de políticos, vereadores sob investigação que serão de conhecimento público no momento apropriado.

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