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COLUNA BAFÔNIKA – 09/09/2019

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Contato direto com a Coluna Bafônika pelo WhatsApp (64) 99600-8865 ou pelo e-mail jornalismo@portalredepop.com. Coluna semanal de notas gerais com foco na diversidade e no universo LGBT+ publicada nos finais de semana.

 

100 MIL PESSOAS!

Segundo organizadores, a 24ª Parada LGBT+ de Goiânia, em 2019, teve a participação de 100 mil pessoas nas ruas do centro da capital goiana. Na imagem panorâmica, os manifestantes percorrem a Av. Tocantins.

Segundo organizadores, a 24ª Parada do Orgulho LGBT+ de Goiânia, evento realizado no domingo 8 de setembro, teve um público de 100 mil pessoas. Durante a tarde, os participantes, puxados por um grande trio elétrico, percorreram as principais ruas centrais da capital de Goiás homenageando personalidades e instituições que apoiadoras do segmento de LGBT+ (sigla usada atualmente para a representação e identidade política de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers, intersexo, entre outros grupos segundo critérios de orientação sexual e identidade de gênero).

A 24ª Parada LGBT+ de Goiânia lembrou e homenageou os 50 anos do ato social e político mundialmente conhecido como “A Revolta de Stonewall”, um antigo bar de Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde houve homofobia explícita da polícia contra um grupo de homossexuais que não se intimidaram. O ato espontaneamente ocorrido deu origem ao Movimento LGBT+ mundial e, pouco tempo depois, à primeira Pride/Parada do Orgulho LGBT+ da história.

 

A FALA DO PIONEIRO…

Pastor Onaldo Pereira, decano do Movimento LGBT+ em Goiás.

O fundador da primeira Parada do Orgulho LGBT+ de Goiânia (e também de Goiás), o pastor Onaldo Pereira (foto) cumprimentou a equipe organizadora da 24ª Parada LGBT+ da capital de Goiás, realizada no domingo 8 de setembro, com um público estimado em 100 mil pessoas. Onaldo Pereira se referiu ao evento como “magnífica Parada de Goiânia”.

“Sinto-me soberbamente orgulhoso ao ver as fotos da multidão de participantes, vibrando nas ruas da Capital com a mensagem de igualdade radical e do direito que cada um/a tem de expressar nela a sua singularidade. Estou muito orgulhoso! Agora, é transformar essa força em organização e votos, elegendo representantes (LGBT+).
Beijos para cada uma e cada um de vocês”, assim manifestou o pastor e decano do Movimento LGBT+ goiano.

 

MÃES PELA DIVERSIDADE

Bloco das Mães Pela Diversidade, um dos destaques da 24ª Parada LGBT+ de Goiânia.

Um dos grandes destaques da 24ª Parada LGBT+ de Goiânia (GO) em 2019 foi, sem dúvida, o desfile das Mães Pela Diversidade. Em determinado momento da Pride/Parada, as mães promoveram um emocionado abraço coletivo em filhos homossexuais, emocionando principalmente aqueles que foram expulsos de suas casas e da convivência com seus familiares, pela própria família, pelo simples motivo de serem LGBT+.

“Tire o seu preconceito do caminho. Nós vamos passar com o nosso amor”. Esta frase estampou uma grande faixa carregada por um grupo de mães de LGBT+ na Parada de Goiânia. Assista, a seguir, ao vídeo publicado pela Artrong no Facebook.

 

É ‘FAKE’, E DOS MAIS BAIXOS!

No começo de setembro, um frame de HQ (história em quadrinhos) mostrou uma cena de um simples beijo entre dois personagens masculinos. Foi o suficiente para políticos ultraconservadores ligado a movimentos religiosos, sobretudo evangélicos, fazerem uma balbúrdia nacional e até a cometer atos de extrema censura.

As ‘fake news’ (notícias e informações falsas, mentirosas) explicita e insistentemente propagadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), também pelo governador de São Paulo, João Doria, e pelo prefeito do Rio de Jeneiro, o bispo Marcelo Crivela, da Igreja Universal do Reino de Deus, sobre ideologia do gênero são cada vez mais comprovadamente absurdas, imorais, representando uma jogada política do mais baixo nível.

Na verdade, a expressão “ideologia de gênero” NÃO é reconhecida na academia (meio universitário) e, mesmo assim, é insistentemente usada com má-fé por grupos (ultra)conservadores contrários às discussões sobre diversidade e identidade (e não “ideologia”) de gênero. Na educação, a Base Nacional Comum Curricular prevê que, no 8º ano escolar, o aluno consiga “selecionar argumentos que evidenciem as múltiplas dimensões da sexualidade humana (biológica, sociocultural, afetiva e ética)”.

É urgente e necessário que a ciência e as evidências científicas prevaleçam na educação brasileira. Também é necessário existir mais materiais explicativos, em linguagem simples, explicando os verdadeiros conceitos de sexo biológico, identidade de gênero e orientação sexual, além de trazer orientações sobre gravidez e doenças sexualmente transmissíveis. E tudo isso de maneira o mais natural e respeitosa possível, sem todo aquele “mimimi” fomentado por fanáticos, ignorantes e extremistas religiosos.

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Por enquanto são estes os nossos destaques. E já estamos trabalhando na próxima edição que você lê no próximo final de semana. Até lá.

Jornalista, radialista, apresentador de TV e WebTV, cerimonialista em eventos, também artista e "youtuber" no Estado de Goiás; com quase 30 anos de experiência profissional em Jornalismo (desde 21/11/1991), Terry Marcos Dourado é o idealizador, diretor-proprietário, diretor de conteúdo, editor-geral e jornalista responsável pelo Portal Rede Pop e suas Divisões de Conteúdos Específicos: Jornal Gazeta Popular, PopTV, PopMix RádioWeb, Estelar Filmes, Agência PopStar Artistas, Modelos e Produções e o Canal Hiper T, no Youtube.

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Michel Luna lança ‘Chora Não, Bebê’, nova música de trabalho

Nova aposta do sertanejo, o cantor e compositor vem conquistando grande público no interior paulista. Talentoso, o jovem sonha com o sucesso nacional.

Publicado

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Sorocaba (SP) – Na sexta-feira, 6 de setembro, o cantor e compositor Michel Luna lançou sua nova música de trabalho, intitulada “Chora Não, Bebê“. Parceiro da PopMix RádioWeb/Portal Rede Pop, você vai conhecer nesta reportagem um pouco do artista que se destaca pelo talento, mas sobretudo pela humildade que vem solidificando e fortalecendo sua carreira na música. Os principais sucessos do artista como a música “Quem É”, você ouve diariamente na programação da PopMix com transmissão simultânea aqui no Portal Rede Pop.

Nascido e criado na cidade paulista de Sorocaba, vindo de uma família simples e batalhadora, Michel Luna já chamava atenção de seus avós e tios paternos quando criança. Aos 4 anos de idade ficava cantando pela casa e no banheiro, onde se sentia mais à vontade. Foi então que sua avó Guilhermina alertou seus pais, Jonas e Deise, sobre dom do garoto para a música, com um canto afinado e voz marcante.

Vídeoclipe da música “Quem É”, de Michel Luna.

Os pais deram o maior apoio e o pequeno garoto continuou se destacando e chamando atenção da família e amigos. Seu avô Theodoro, foi quem lhe deu o primeiro instrumento musical, um cavaquinho acústico. O garoto sempre foi autodidata, nunca fez aulas de canto, violão, cavaco, nem de qualquer outro instrumento. Após um tempo, em uma visita à casa de seu avô, o garoto mostrou seus primeiros acordes e solos no cavaquinho, interpretando a música “Brasilierinho”.

Cena do novo videoclipe de Michel Luna, com a música “Chora Não, Bebê”.

O ATLETA – Emocionado e orgulhoso pelo talento do menino, o avô chorou muito, pois não havia imaginado que o menino iria aprender a tocar tão rápido. Apesar de gostar muito de cantar, Michel, aos 12 anos saiu de casa para tentar uma carreira no futebol. Passou por vários clubes da região e até fora do Estado como Minas Gerais, Porto Alegre e Rio de Janeiro, sempre levando seus instrumentos e fazendo seus pagodes e modas de viola nas concentrações em que se hospedava.

Vídeoclipe do lançamento em 6/09/2019 da música “Chora Não, Bebê”, de Michel Luna.

Devido a grande dificuldade de seguir na carreira como atleta, o seu talento e amor pela música falou mais alto. Assim, Michel optou por focar na sua carreira musical e correr atrás de realizar o seu maior sonho. Preocupado e achando que seus pais não o entenderiam, voltou para casa, mas para sua maior alegria e orgulho, eles o receberam de braços abertos e deram o maior apoio e suporte que um filho pode receber. Michel voltou a cantar e a compor. E quando o garoto ganhou o seu primeiro violão, ele também aprendeu a tocar sozinho aquele instrumento.

Michel Luna vem conquistando grande público no interior paulista.

O COMEÇO – Michel Luna começou a cantar em festas de amigos, bares, shows e eventos das prefeituras da região de Sorocaba (SP). Sempre chamando atenção pelo carisma e amor pelo que faz. Como viver da música não é fácil, trabalhava de dia, estudava à noite e cantava nas madrugadas. Foi então que começou a decolar na carreira e já vem se destacando nos maiores eventos da região, sempre se espelhando em grandes ícones do sertanejo. Em 2013 gravou EP (disco com 4 faixas), todas composições próprias, mas como é muito perfeccionista no que faz, começou a buscar uma qualidade melhor para gravação de suas músicas de trabalho.

Em 2015, sua música, lançou “Sou Luna“, música que traz seu sobrenome natural e teve um grande significado pessoal e comercial. Todo ano, Michel Luna dedica algum tempo para visitar algumas casas beneficentes como a Apae de Capela do Alto (SP) e o GPACI (Hospital do Câncer de Sorocaba/SP), fazendo shows e brincadeiras para um dos públicos mais admiráveis que existe, conforme define o cantor e compositor, comentando que em locais assim se sente realizado e suas energias renovadas, pelo carisma e receptividade que recebe.

Michel Luna e banda se apresentando em Barretos (SP).

Michel Luna é um cantor que gosta de música boa e acumula muitas referências musicais, desde as modas de viola, vaneirão, pop, rock, samba, soul, funk, axé, entre outras misturas de ritmos. Devoto de Nossa Senhora de Aparecida e com muita fé em Deus, Michel Luna vem crescendo cada dia mais na conquista do seu maior objetivo. O artista conta com a força e o apoio de todas as pessoas que curtem, acreditam e apoiam o seu trabalho artístico. Público a quem Michel Luna é só gratidão, carinho e amor.

Acesse o site oficial do cantor e compositor Michel Luna, CLIQUE AQUI.

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Parada LGBT+ de Goiânia (GO) vai homenagear os 50 anos da “revolta de Stonewall”

Cerca de 200 mil pessoas devem participar da 24ª Parada LGBT+ de Goiânia (GO), neste domingo, 8 de setembro.

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Da Redação Central, em Jataí (GO) – Em 28 de junho de 1969, no bar Stonewall In, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, um grupo de pessoas LGBT+ (nova sigla usada para se referir a lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans, entre outros grupos de acordo com a orientação sexual e/ou identidade de gênero) resolveu reagir à truculência da polícia durante uma das abordagens rotineiras no local. O confronto se tornou uma grande e expressiva proporção se prolongando por alguns dias, resultando, meses depois, no surgimento das primeiras organizações não governamentais (ONGs) de luta pela cidadania e direitos humanos para pessoas homossexuais.

Um ano mais tarde, para comemorar o “levante de Stonewall”, ou “a revolta de Stonewall” como ficou conhecido o episódio que acabou por se transformar em um grande ato político pró-visibilidade de cidadãs e cidadãos LGBT+, várias pessoas participaram de uma passeata pelas ruas de Nova Iorque naquela que seria a Primeira Parada do Orgulho LGBT+. De lá para cá, os dias atuais, as marchas públicas foram se multiplicando, rapidamente se espalhando por outras cidades americanas, também pela Europa e para o resto do mundo. Hoje, no Brasil são realizadas cerca de 300 Paradas do Orgulho LGBT+.

Show da DiverCidade, idealizado e apresentado pelo jornalista e artista jataiense, Terry Marcos Dourado, na 1ª Psrada do Orgulho LGBT+ de Jataí, em julho de 2008, na Praça Tenente Diomar Menezes, teve a participação de 3 mil pessoas.

GOIÁS – Aqui no Estado de Goiás, ocorrem cerca de 30 eventos de visibilidade e luta por cidadania e direitos humanos para LGBT+. Na região sudoeste do Estado, por exemplo, as organizações Associação Jataiense de Dirietos Humanos – Nova Mente (AJDH-Nova Mente) realizou sete Paradas LGBT+ em Jataí. A primeira aconteceu em julho de 2008, com um público de 3.000 pessoas, na Praça Tenente Diomar Menezes, no centro da cidade. A última Parada LGBT+ de Jataí – a sétima edição – foi realizada em 2013, com uma participação pública de mais de 20 mil pessoas, na concentração e “Show da DiverCidade” realizados no Parque/Lago Presidente JK. O evento não continuou sendo realizado devido à falta de apoio financeiro (patrocínio) de empresas e órgãos públicos, em razão da forte homofobia que uma cidade fortemente conservadora e retrógrada como Jataí, ainda mantém em sua rotina social.

Jornalista e artista jataiense Terry Marcos Dourado, apresentando o Show da DiverCidade na Parada LGBT+ de Jataí de 2010, uma das últimas realizadas.

Em 12 de setembro de 2010, a ONG Instituto Conscientizar (ICon), uma organização regional com sede em Jataí, naquela ocasião ainda usando a denominação social de “ACDH-Rio”, promoveu, enfrentando muitas dificuldades, a Primeira Parada do Orgulho LGBT de Rio Verde (GO), conseguindo a participação de um público estimado em 3.500 pessoas na concentração.

Terry Marcos Dourado, presidente da ICon (E) e Gilbran Assis de Oliveirsa, presidente da AJDH-Novamernte foram os promotores das sete Paradas LGBT+ realizadas em Jataí (GO).

GOIÂNIA (GO) – Nestes 50 anos do movimento social LGBT+ organizado, muitas conquistas foram alcançadas, como a retirada da homossexualidade do Cadastro Internacional de Doenças pela OMS, a união estável entre pessoas do mesmo sexo, o direito à adoção por casais homoafetivos, o uso do prenome e do gênero nos documentos oficiais das pessoas trans e, mais recentemente, a equiparação da homofobia ao crime de racismo pelo Supremo Tribunal Federal, criminalizando a homofobia.

A 24ª Parada do Orgulho LGBT+ de Goiânia (GO), vai ser realizada neste domingo, 8 de setembro, com concentração pública a partir do meio-dia, na Praça Cívica, onde está o Palácio das Esmeraldas, sede do Governo de Goiás. Após a programação de apresentações de shows com artistas locais LGBT+, e percorrer algumas avenidas centrais da capital goiana, o evento deve ser encerrado por volta das 22 horas.

Flyer digital da 24ª Parada LGBT+ de Goiânia 2019.

A organização da 24ª Parada do Orgulho LGBT+ de Goiânia (GO) espera a participação de milhares de pessoas de Goiânia e das caravanas de várias cidades do Estado e de Brasília-DF, que sempre prestigiam o evento.

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Vestido de festa: comprar ou locar?

Este é um dilema vivido por quase toda mulher na hora de escolher o que vestir para ocasiões importantes. A dúvida surge principalmente, pelo preço entre o aluguel de um traje e a aquisição de uma roupa nova.

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Logo após aceitar um convite para um casamento, uma solenidade de formatura ou qualquer outro evento solene vem a pergunta: comprar ou alugar o vestido da festa? Se servir de consolo, este é um dilema vivido por quase toda mulher na hora de escolher o que vestir para ocasiões importantes. A dúvida surge principalmente, pelo preço entre o aluguel de um traje e a aquisição de uma roupa nova.

A professora e designer de moda Nélia Finotti, residente em Goiânia (GO), sugere que é preciso fazer sempre uma pesquisa prévia e levar em conta a necessidade para a ocasião, como por exemplo, que tipo de festa para a qual você foi convidada, se é temática ou não. Se no evento social você terá um posição de destaque, como no caso de um convite para madrinha de casamento, em que muitas vezes há a exigência de um traje específico. Nélia explica também que é preciso levar em conta o modelo e a cor da peça, se o vestido poderá ser usado de outras formas e em outras ocasiões e, claro, avaliar a relação custo/benefício entre a compra ou a locação.

De acordo com a professora de moda, comprar, na maioria das vezes, é a escolha mais assertiva devido à reutilização que a peça escolhida pode ter e o custo/benefício da aquisição, já que segundo Nélia, a diferença de valores entre a locação e a compra de um vestido pode ser superior 100%. E muitas das vezes, o valor do aluguel de uma roupa de festa pode sair mais caro do que a compra de uma peça nova. A vantagem de se comprar um vestido de festa é que você pode usá-lo várias vezes e em eventos diferentes. Eles ainda podem ser customizados, transformando totalmente a modelagem. Outro benefício é o fato de ser uma peça adequada ao corpo e ao gosto da pessoa, combinando melhor com o estilo de quem busca uma peça única, justifica Nélia.

Conforme Nélia Finotti, o motivo que faz com que, muitas das vezes, um vestido alugado fique até mais caro do que a compra de um novo, é o fato de que lojas de locação, na maioria das vezes, trabalham com vestidos, que além de exclusivos e de marcas famosas, são mais elaborados e confeccionados com tecidos especiais e adereços, muitas vezes, importados.

De acordo com a professora e design de moda, lojas menores que confeccionam suas próprias peças também trazem vestidos exclusivos e oferecem um preço mais em conta. Com criações também autorais e um baixo custo de produção, pois não trabalham com marcas e itens internacionais, muitas destas pequenas lojas de vestidos der festa apresentam ao consumidor peças lindíssimas e versáteis, que podem muito bem ser usadas em qualquer grande ocasião, destacou Finotti.

DICAS – Para quem optar pela compra de um vestido de festa, Nélia Finotti dá boas dicas para que a aquisição seja ainda mais acertada e o vestido possa ser usado mais vezes. A primeira dica é optar sempre por modelagens e cores neutras, como preto e vermelho, e que não tenham tanto bordado e brilho. Isso vai garantir a reutilização da peça por mais vezes.

Vestido de festa; Comprar ou locar?

Outra coisa a ser levada em consideração na hora de montar o look para ir à uma festa mais solene é a utilização de acessórios e a produção de maquiagem e cabelo. Muitas vezes, ao se repetir um vestido de festa – usando alguns acessórios (brinco, colar, bolsa, entre outros) diferentes, ou mesmo um penteado e uma maquiagem, com um sapato diferente – pode fazer toda a diferença. Além disso, a designer de moda traz mais uma solução para a roupa de festa comprada. Esse tipo de roupa pode, muitas vezes, ser customizado. Um vestido longo pode ser cortado e se transformar num vestido menor (midi), por exemplo.

Um valor de locação mais caro do que a compra de um vestido novo foi o que fez com que a autônoma Fabiana Almeida Queiroz, 20 anos, optasse pela compra, e não o aluguel, do traje que precisava. Segundo ela, “locar um traje está saindo muito mais caro do que comprar e, além do mais, a indicaram várias lojas no Estação da Moda Shopping (região da Rua 44, no centro de Goiânia/GO), onde encontrei um modelo, que além de poder ser usado em um casamento, poderei usá-lo também em outros eventos como formaturas e aniversário de 15 anos”, comentou Fabiana Queiroz, que comprou um vestido azul marinho com corpete de guipir e uma saia no crepe de seda por apenas R$ 200, enquanto a locação, segundo ela pesquisou, sairia por R$ 350, ou seja, R$ 150 mais caro.

GRANDE PROCURA – De acordo com a gerente Taynara Karla, da loja Márcia Azevedo, marca que está há 8 anos no mercado da moda festa, a busca pela aquisição de roupas para festas está aumentando nos últimos anos. “As pessoas estão voltando à cultura ainda de comprar roupas de festa”, afirmou.

Atuando há mais de de duas décadas no segmento de moda para festas, a estilista Sandra Brito é dona da loja Branco e Preto. Ela disse que a busca pela aquisição de vestidos de festa tem sido cada vez mais crescente, não só pelo valor, mas também impulsionada pela qualidade e a exclusividade. “As consumidoras estão mais exigentes e prezam pela qualidade do produto e sem repetição de modelo de vestido. Elas não arriscam obter roupas, mesmo que por um curto período, sem o conhecimento da procedência e que ainda podem gerar algum desconforto devido à forma como são ajustadas”, argumentou Sandra, lembrando que é comum os vestidos alugados terem sobras de tecidos embutidos que causam um peso desnecessário e incômodo na roupa, prejudicando a modelagem no corpo e até causando problemas na locomoção da pessoa que o estiver usando.

Com informações da Agência Comunicação Sem Fronteiras.

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