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Ator Rodrigo Lombardi vai interpretar juiz Sérgio Moro no cinema

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O ator Rodrigo Lombardi vai interpretar o juiz federal Sergio Moro no cinema. O longa-metragem vai se chamar Polícia Federal – A Lei é Para Todos.

O ator Rodrigo Lombardi vai interpretar o juiz federal Sergio Moro no cinema. O longa-metragem vai se chamar Polícia Federal – A Lei é Para Todos, e vai retratar os bastidores da famosa Operação Lava Jato. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do ator, conhecido por seus trabalhos na Globo, como o recente empresário Alex, da novela Verdades Secretas (2015); e o indiano Raj, personagem do folhetim das 21 horas, Caminho das Índias (2011).

O filme será dirigido por Marcelo Antunez, codiretor do longa Até que a Sorte Nos Separe 3: A Falência Final,  junto com Roberto Santucci, e terá produção de Tomislav Blazic, de Vestido pra Casar. A produção do longa havia sido autorizada pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) a captar 12,5 milhões de reais via leis de incentivo, mas abriu mão do benefício, cancelando a captação, e resolveu apostar em financiamento coletivo. Até agora, a campanha do filme no site Kickante arrecadou R$ 4.300 de uma meta de R$ 2 milhões.

© Reprodução da Internet.

O juiz federal Sérgio Moro, paranaense, ficou famoso em fazer linha dura e prender figurões da política e do segmento empresarial brasileiro nas fases da Operação Lava Jato. [© Reprodução da Internet.]

A produção de Polícia Federal – A Lei é Para Todos planeja uma trilogia no cinema. A equipe vem se encontrando com os responsáveis pela Lava Jato em Curitiba (PR) e em Brasília (DF) para conhecer “in loco” os bastidores da operação.

Com 44 anos, o paranaense Sérgio Fernando Moro é escritor, professor universitário e juiz federal. Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá, fez mestrado e doutorado na Universidade Federal do Paraná.

[Com informações da revista Veja.]

Jornalista, radialista, apresentador de TV e WebTV, cerimonialista em eventos, também artista e "youtuber" no Estado de Goiás; com quase 30 anos de experiência profissional em Jornalismo (desde 21/11/1991), Terry Marcos Dourado é o idealizador, diretor-proprietário, diretor de conteúdo, editor-geral e jornalista responsável pelo Portal Rede Pop e suas Divisões de Conteúdos Específicos: Jornal Gazeta Popular, PopTV, PopMix RádioWeb, Estelar Filmes, Agência PopStar Artistas, Modelos e Produções e o Canal Hiper T, no Youtube.

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Cidade de Goiás sedia Festival de Cinema Independente

O festival é uma forma de protesto de cineastas e produtores culturais que não obtiveram resposta do Governo de Goiás em relação ao tradicional FICA, que não aconteceu neste ano.

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Cidade de Goiás (GO) – Começou nesta quinta-feira, 5 de setembro, e segue até o domingo, dia 8, o Festival de Goyaz, na Cidade de Goiás. O evento, um festival de cinema independente, tem como objetivo preservar os legados do Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA) que não teve posicionamento oficial do governo estadual de Ronaldo Caiado (DEM) sobre a edição deste ano e acabou não acontecendo. Diante da incerteza, produtores culturais se uniram para realizar o festival neste ano de forma independente, sem o apoio da Secretaria de Cultura de Goiás (Secult).

Nesta quinta-feira, a mostra infantil em homenagem ao cinema goiano, começou às 8 horas, dando início à programação do festival. De acordo com Rodrigo Santana, organizador do evento, o destaque vai ser o lançamento da edição de 2020 do Festival de Cinema e Ambiente da Cidade de Goiás. A cerimônia está prevista para esta sexta-feira, 6 de setembro, às 19 horas, no Cine Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás, antiga capital do Estado.

Duas personalidades do cinema vão ser homenageadas. Washington Novaes e Jaime Sautchuk. “Eles tiveram um papel importante na consolidação do FICA”, justificou Rodrigo Santana. Na programação do sábado, 7 de setembro, vai acontecer um debate em roda de conversa tendo como foco o próprio festival, com seus desafios, o legado e as perspectivas.

De forma integrada, também está sendo realizado o 14º Festival de Gastronomia da Cidade de Goiás (Arphos) e também o “Palco UFG”. Sobre o público aguardado, Rodrigo Santana disse não ter uma média a mencionar, mas baseado na quantidade da ocupação hoteleira local, ele se mostrou otimista de que vai haver uma quantidade expressiva de público, considerando que quase não há vagas disponíveis na rede hoteleira da Cidade de Goiás.

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Conheça a história de ‘Justiniano’, o dramático curta-metragem gravado em Pirenópolis (GO)

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Em 1833, em um grande engenho de açúcar no interior de Goiás, uma mulher casada e solitária se envolve com o seu capataz em um romance proibido. Após desconfianças de sua mãe, o caso amoroso é descoberto, e portanto, proibido, resultando em uma tragédia. Esta é a história contada pelo curta-metragem goiano “Justiniano”.

Produzido e gravado na cidade turística goiana de Pirenópolis, pela Boomerang Produções, com apoio da Galápagos Filmes e coprodução da Fazenda Babilônia, o curta-metragem ‘Justiniano‘ – cujo projeto foi contemplado com recursos do Fundo de Arte e Cultura de Goiás, da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte – é um drama que aborda o romance proibido entre um capataz e a esposa do coronel da fazenda-engenho de açúcar São Joaquim, em 1832, na cidade de Pirenópolis (Arraial do Meia-Ponte).

Ana Joaquina pertencente à uma família ilustre e tradicional, tendo como pai o Comendador Joaquim Alves, grande produtor rural da região, proprietário de um dos maiores engenhos de cana-de-açúcar do Brasil, comerciante e comandante do Arraial. A filha do Comendador, sentindo-se muito solitária devido às longas ausências do marido que, sob as ordens do sogro, empreitava grandes viagens comerciais para transportar os produtos do engenho para Cuiabá e também para o Rio de Janeiro (RJ), acaba traindo o marido com Justino, o capataz da fazenda.

O diretor Celso Martins no set de filmagens de ‘Justiniano’, em Pirenópolis (GO).

Desconfiada da relação muito próxima que a filha mantinha com capataz, Ana Rosa, a esposa do comendador, passa a observá-la melhor e a flagra em cenas de intimidade com Justino. Ana Rosa leva o caso ao Comendador que, instruída por ele, a ordena tomar certas providências para impedir o prosseguimento do romance da filha, porém, no decurso destas providências, ela é assassinada à tiros pelo amante de Ana Joaquina.

Parte da equipe do curta-metragem ‘Justiniano’, gravado em Pirenópolis (GO).

Direção: Celso Martins. Assistente de Direção: Cristiano Sousa. Elenco: Cleo Ávila, Karine Krause, Luzia Mello, Almir Correia, Itamar Gonçalves e Larissa Ferreira. Figurino e Direção de Arte: Demétrio Pompeu de Pinta. Cenografia e Contrarregra: Úrsula Ramos. Fotografia: Joakim de Sousa. Direção de Produção: Andreia Gomes. Direção Artística: Carlos Del Pino. Produção: Boomerang Produções. Apoio: Galápagos Filmes. Coprodução: Fazenda Babilônia. Duração: 15 minutos. Gravado em: Pirenópolis (GO). Gênero: Drama. Ano de Produção: 2018.

 

CONHEÇA OS PERSONAGENS DO DRAMA

Joaquim Alves de Oliveira (Almir Amorim) é o homem mais rico e poderoso da Província de Goiás, proprietário do engenho são Joaquim, de estatura mais que mediana, moreno e descarnado, magro, de olhos vivos e penetrantes, mas de um espírito enérgico. É justo.

Dona Rosa Moreira (Luzia Mello) é a mãe de Ana Joaquina. Mulher destemida, enérgica e caridosa.

Joaquim da Costa Teixeira (Itamar Gonçalves) é casado coma Ana Joaquina. Comerciante e administrador do engenho São Joaquim é amante da escrava Eufêmia.

Ana Joaquina de Oliveira (Karine Krause) é filha de Joaquim Alves. Ela nasceu em 1800 e é casada com o coronel Joaquim da Costa Teixeira. Solitária, se tornou amante de Justiniano, prática facilitada pelas constantes e demoradas viagens que o marido realizava a cada ano.

Justiniano (Cleo Àvila) é o tipo de homem varonil e bem apessoado. Natural dos sertões do Paranã, havia conseguido, de Costa Teixeira, uma colocação, na fazenda, tendo sido admitido como como feitor. Enérgico e astuto, passou a ser o amante de Ana Joaquina. Justiniano andava sempre com uma pistola à mão.

Eufemia de Gouveia (Larissa Ferrera) é uma escrava e a amante de Joaquim da Costa Teixeira. Uma escrava parda, uma bonita morena.

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Cidadania LGBT+

Filme realista com temática polêmica de diretor goiano concorre ao “Troféu Minuto”. Votação encerra dia 30/4.

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Reeditado para o formato de 60 segundos para adequação ao regulamento do Festival do Minuto de curtas-metragens, o filme realista e documental “Deixem-me Existir!“, roteirizado, dirigido e produzido pelo diretor, roteirista e jornalista brasileiro, do Estado de Goiás, Terry Marcos Dourado, concorre junto com outros 72 curtas-metragens de várias partes do mundo, na categoria “Tema Livre” ao “Troféu Minuto”.

Assista ao filme “Deixem-Me Existir!“, de Terry Marcos Dourado, e vote dando 5 estrelas para ajudar a conquistar um dos prêmios. CLIQUE AQUI. A votação termina neste domingo, 30 de abril.

Imagem de divulgação do filme "Deixem-Me Existir!".

Imagem do pôster/card de divulgação do filme “Deixem-Me Existir!”.

As gravações aconteceram em São Paulo (SP), durante participação de Terry Marcos Dourado, em um “pool” de congressos internacionais de DSTs/HIV/Aids e Hepatites Virais, realizado em 2013 pelo Governo Federal, no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), na condição de fundador e presidente da organização não-governamental (ONG) LGBT “Instituto Conscientizar”.

Na semana em que participou do evento, Terry Marcos Dourado conheceu a sede do GPH – Grupo de Pais e Mães de Homossexuais, com sede no bairro da República, região central de São Paulo (SP). Dourado também conheceu e palestrou durante uma das reuniões do “Projeto Purpurina”, que abrange adolescentes e jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais/trangêneros) e cujas reuniões ocorrem quinzenalmente na sede do GPH. O convite foi feito pessoalmente pela amiga, doutora Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH nacional.

A doutora Edith Modesto é conhecida nacionalmente pelo magnífico trabalho social de apoio e aconselhamento a adolescentes e jovens LGBT e, principalmente aos pais que têm filhos LGBT e não sabem como lidar com esta realidade, missão que ela iniciou após aprender a lidar com a descoberta da homossexualidade do filho caçula, Marcelo Modesto, há mais de uma década. Recentemente, o trabalho de Edith Modesto teve reconhecimento das Nações Unidas (ONU). Edith Modesto é mãe do famoso ator e novelista Renato Modesto, cujo trabalho mais recente foi a novela “A Terra Prometida”, grande sucesso da Record TV.

Frame da participação da Drª Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH, em São Paulo (SP), no filme "Deixem-Me Existir!"

Frame da participação da Drª Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH, em São Paulo (SP), no filme “Deixem-Me Existir!”

O FILME – Aproveitando sua passagem pelo GPH e pelo encontro de adolescentes e jovens do “Projeto Purpurina” (Purps) do GPH, em um salão próximo ao metrô República, na região central da capital paulista, Terry Marcos Dourado que, naquela época, desenvolvia o roteiro de um filme curta-metragem com temática polêmica focada nas violências (psicológica, verbal, física e moral) homofóbicas em ambientes escolares, inclusive em faculdades e universidades brasileiras – “E Aí, Bicha?” é o título do filme que ainda não avançou na fase de produção por falta de patrocínio, acabou se sensibilizando pelos relatos de alguns dos jovens que participaram daquela reunião do “Projeto Purpurina” e, com o consentimento e apoio da presidente do GPH, escolheu dois dos mais fortes e dramáticos depoimentos reais explicitados naquela reunião do “Purps” para gravar em vídeo, mesmo portando um equipamento improvisado.

“Naquele momento, após ouvir os depoimentos com forte carga traumática, emocional, de dois jovens do Projeto Purpurina, instantaneamente, resolvi que precisava gravar uma pequena entrevista com dois deles. Falei com a Edith (Modesto) e ela me deu autorização e, inclusive, me apresentou a eles que, gentilmente e espontaneamente, concordaram em gravar um pequeno depoimento real relatando os dramas de suas vidas, as violências às quais foram submetidos, inclusive pela família. Gravamos ali mesmo na sede do Projeto Purpurina. Aproveitei para gravar com a amiga Edith Modesto também. E o resultado se transformou no curta-metragem “Deixem-me Existir!“, cuja versão original possui cerca de cinco minutos”, disse Terry Marcos Dourado.

O roteirista, jornalista e diretor cinematográfico goiano Terry Marcos Dourado, durante palestra aos adolescentes e jovens do Projeto Purpurina, em São Paulo (SP). Neste evento foram gravados os depoimentos para o filme "Deixem-Me Existir!". Como regimento interno, os membros do "Purpurina" não podem ser fotografados, salvo com autorização e inserção de tarjas pretas no rosto.

Em 2013: O roteirista, jornalista e diretor cinematográfico goiano Terry Marcos Dourado, durante palestra aos adolescentes e jovens do Projeto Purpurina, em São Paulo (SP). Neste evento foram gravados os depoimentos para o filme “Deixem-Me Existir!”. Como regimento interno, os membros do “Purpurina” não podem ser fotografados, salvo com autorização e inserção de tarjas pretas no rosto.

Recentemente, quase seis anos depois das gravações e da produção da versão original, Terry Marcos Dourado resolveu reeditar o filme original, sem comprometer a temática abordada e o teor dos depoimentos verídicos. “E assim o fiz, o editei na configuração de 60 segundos, adequando o filme ao regulamento do concurso de curtas-metragens intitulado “Festival do Minuto”, na categoria “Tema Livre” referente a abril de 2017. O interessante é constatar que, seis anos se passaram e nada foi feito no Brasil para combater a trágica, gravíssima e complexa problemática social das violências homofóbicas, bullying e outros tipos de preconceitos dentro das escolas e universidades brasileiras, situação que tem, inclusive, ocasionado índices preocupantes de suicídios de adolescentes e jovens LGBT”, ressaltou o roteirista, diretor e jornalista goiano.

Terry Marcos Dourado (D); fundador e presidente do Instituto Conscientizar; a Drª Edith Modesto, fundadora e presidente nacional do GPH; e o então presidente da ABGLT (Associação Brasileira de LGBT), Toni Reis (E) - atualmente doutor em Educação - se encontraram na abertura de um congresso internacional no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), evento realizado em 2013.

Terry Marcos Dourado (D); fundador e presidente do Instituto Conscientizar; a Drª Edith Modesto, fundadora e presidente nacional do GPH; e o então presidente da ABGLT (Associação Brasileira de LGBT), Toni Reis (E) – atualmente doutor em Educação – se encontraram na abertura de um “pool” de congressos internacionais realizado no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), em 2013.

IMPORTANTE! – Assista ao filme “Deixem-Me Existir!“, de Terry Marcos Dourado, e vote dando 5 estrelas para ajudar a conquistar um dos prêmios. CLIQUE AQUI. A votação termina neste domingo, 30 de abril.

Deixem-Me Existir!” é uma produção da Estelar Filmes, Agência Prodartcom Transmídia e Produções e coprodução com a organização não-governamental (ONG) “Instituto Conscientizar.

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