Reeditado para o formato de 60 segundos para adequação ao regulamento do Festival do Minuto de curtas-metragens, o filme realista e documental “Deixem-me Existir!“, roteirizado, dirigido e produzido pelo diretor, roteirista e jornalista brasileiro, do Estado de Goiás, Terry Marcos Dourado, concorre junto com outros 72 curtas-metragens de várias partes do mundo, na categoria “Tema Livre” ao “Troféu Minuto”.

Assista ao filme “Deixem-Me Existir!“, de Terry Marcos Dourado, e vote dando 5 estrelas para ajudar a conquistar um dos prêmios. CLIQUE AQUI. A votação termina neste domingo, 30 de abril.

Imagem de divulgação do filme "Deixem-Me Existir!".
Imagem do pôster/card de divulgação do filme “Deixem-Me Existir!”.

As gravações aconteceram em São Paulo (SP), durante participação de Terry Marcos Dourado, em um “pool” de congressos internacionais de DSTs/HIV/Aids e Hepatites Virais, realizado em 2013 pelo Governo Federal, no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), na condição de fundador e presidente da organização não-governamental (ONG) LGBT “Instituto Conscientizar”.

Na semana em que participou do evento, Terry Marcos Dourado conheceu a sede do GPH – Grupo de Pais e Mães de Homossexuais, com sede no bairro da República, região central de São Paulo (SP). Dourado também conheceu e palestrou durante uma das reuniões do “Projeto Purpurina”, que abrange adolescentes e jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais/trangêneros) e cujas reuniões ocorrem quinzenalmente na sede do GPH. O convite foi feito pessoalmente pela amiga, doutora Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH nacional.

A doutora Edith Modesto é conhecida nacionalmente pelo magnífico trabalho social de apoio e aconselhamento a adolescentes e jovens LGBT e, principalmente aos pais que têm filhos LGBT e não sabem como lidar com esta realidade, missão que ela iniciou após aprender a lidar com a descoberta da homossexualidade do filho caçula, Marcelo Modesto, há mais de uma década. Recentemente, o trabalho de Edith Modesto teve reconhecimento das Nações Unidas (ONU). Edith Modesto é mãe do famoso ator e novelista Renato Modesto, cujo trabalho mais recente foi a novela “A Terra Prometida”, grande sucesso da Record TV.

Frame da participação da Drª Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH, em São Paulo (SP), no filme "Deixem-Me Existir!"
Frame da participação da Drª Edith Modesto, fundadora e presidente do GPH, em São Paulo (SP), no filme “Deixem-Me Existir!”

O FILME – Aproveitando sua passagem pelo GPH e pelo encontro de adolescentes e jovens do “Projeto Purpurina” (Purps) do GPH, em um salão próximo ao metrô República, na região central da capital paulista, Terry Marcos Dourado que, naquela época, desenvolvia o roteiro de um filme curta-metragem com temática polêmica focada nas violências (psicológica, verbal, física e moral) homofóbicas em ambientes escolares, inclusive em faculdades e universidades brasileiras – “E Aí, Bicha?” é o título do filme que ainda não avançou na fase de produção por falta de patrocínio, acabou se sensibilizando pelos relatos de alguns dos jovens que participaram daquela reunião do “Projeto Purpurina” e, com o consentimento e apoio da presidente do GPH, escolheu dois dos mais fortes e dramáticos depoimentos reais explicitados naquela reunião do “Purps” para gravar em vídeo, mesmo portando um equipamento improvisado.

“Naquele momento, após ouvir os depoimentos com forte carga traumática, emocional, de dois jovens do Projeto Purpurina, instantaneamente, resolvi que precisava gravar uma pequena entrevista com dois deles. Falei com a Edith (Modesto) e ela me deu autorização e, inclusive, me apresentou a eles que, gentilmente e espontaneamente, concordaram em gravar um pequeno depoimento real relatando os dramas de suas vidas, as violências às quais foram submetidos, inclusive pela família. Gravamos ali mesmo na sede do Projeto Purpurina. Aproveitei para gravar com a amiga Edith Modesto também. E o resultado se transformou no curta-metragem “Deixem-me Existir!“, cuja versão original possui cerca de cinco minutos”, disse Terry Marcos Dourado.

O roteirista, jornalista e diretor cinematográfico goiano Terry Marcos Dourado, durante palestra aos adolescentes e jovens do Projeto Purpurina, em São Paulo (SP). Neste evento foram gravados os depoimentos para o filme "Deixem-Me Existir!". Como regimento interno, os membros do "Purpurina" não podem ser fotografados, salvo com autorização e inserção de tarjas pretas no rosto.
Em 2013: O roteirista, jornalista e diretor cinematográfico goiano Terry Marcos Dourado, durante palestra aos adolescentes e jovens do Projeto Purpurina, em São Paulo (SP). Neste evento foram gravados os depoimentos para o filme “Deixem-Me Existir!”. Como regimento interno, os membros do “Purpurina” não podem ser fotografados, salvo com autorização e inserção de tarjas pretas no rosto.

Recentemente, quase seis anos depois das gravações e da produção da versão original, Terry Marcos Dourado resolveu reeditar o filme original, sem comprometer a temática abordada e o teor dos depoimentos verídicos. “E assim o fiz, o editei na configuração de 60 segundos, adequando o filme ao regulamento do concurso de curtas-metragens intitulado “Festival do Minuto”, na categoria “Tema Livre” referente a abril de 2017. O interessante é constatar que, seis anos se passaram e nada foi feito no Brasil para combater a trágica, gravíssima e complexa problemática social das violências homofóbicas, bullying e outros tipos de preconceitos dentro das escolas e universidades brasileiras, situação que tem, inclusive, ocasionado índices preocupantes de suicídios de adolescentes e jovens LGBT”, ressaltou o roteirista, diretor e jornalista goiano.

Terry Marcos Dourado (D); fundador e presidente do Instituto Conscientizar; a Drª Edith Modesto, fundadora e presidente nacional do GPH; e o então presidente da ABGLT (Associação Brasileira de LGBT), Toni Reis (E) - atualmente doutor em Educação - se encontraram na abertura de um congresso internacional no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), evento realizado em 2013.
Terry Marcos Dourado (D); fundador e presidente do Instituto Conscientizar; a Drª Edith Modesto, fundadora e presidente nacional do GPH; e o então presidente da ABGLT (Associação Brasileira de LGBT), Toni Reis (E) – atualmente doutor em Educação – se encontraram na abertura de um “pool” de congressos internacionais realizado no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo (SP), em 2013.

IMPORTANTE! – Assista ao filme “Deixem-Me Existir!“, de Terry Marcos Dourado, e vote dando 5 estrelas para ajudar a conquistar um dos prêmios. CLIQUE AQUI. A votação termina neste domingo, 30 de abril.

Deixem-Me Existir!” é uma produção da Estelar Filmes, Agência Prodartcom Transmídia e Produções e coprodução com a organização não-governamental (ONG) “Instituto Conscientizar.

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